Antonio Justel Rodriguez
DA NOSSA INFINITA ALTURA
...Salve, salve a ti, liberdade, e salve, salve seja contigo sempre, sempre, sempre...!
Pois ó tu, ó tu, prodígio, que silenciosamente habitaste a semente divina,
aguardando estes momentos fiéis e precisos, os momentos de ouro:
aqueles que ajudam a quebrar as correntes físicas e também as emocionais, sentimentais e mentais,
momentos que, como paredes e caixas escuras fechadas por dentro com cadeados de ferro,
são os de transformações da alma,
por exemplo, os do voto democrático,
os cívicos, éticos e morais com os seus primeiros frutos civis,
os da honra e da justiça,
os da paz,
os da luz,
os de cada um dos batimentos do coração da vida que deixámos para trás, para trás e para trás,
sob a clara consciência dos que ainda virão e resolverão...
...rosas e lírios para os vivos e rosas e lírios para os mortos;
Salve, salve a ti, liberdade, salve, e que esta saudação te seja sempre devida, sempre...!
Salve, pois, salve, amigo, salve, salve...!
*** António Justel
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Published on e-Stories.org on 09.01.2026.